Vê-se de longe quando trata-se de um nômade, roupa pesada, firme e duro semblante, exprimindo força e cicatriz. O conjunto é a marca que aponta, em um quase segredo, a total desesperança de se breve a jornada. Em sua capa estão as marcas e o pó, advindos dos caminhos passados, olhos cerrados... Que dizem na não importância de se ver tão longe, desde que seja firme o próximo passo. É assim, um passo de cada vez, plantando estacas na fina areia do desértico pensar, afim de que por baixo dos grãos espaços, uma estaca encontre o firme solo da rocha idéia, pondo fim ao enfado de carregar consigo o fado da não ciência da rota... Sempre vinculada a próxima rocha, idéia encontrada, finda-se um ciclo. É novamente hora de freqüentar a terra dos grãos espaços... Onde é sempre visto ao largo, o forte nômade de passos largos, mas nunca o menino sob a capa.
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