quinta-feira, 5 de junho de 2008

Dores e amores...

questões mil se levantam neste coração meu, desejos sóbrios de ser feliz de mãos dadas com a insanidade da falta de razões, das emoções que sobejam, que transbordam e encharcam o chão do meu quarto, onde me aparto tento me afastar da insegurança, criança temerosa, infante receoso, todo abstrato disforme deste fatos, nos enlaços do tempo, amorfo mensurável que enfada as expectativas, procrastino, eu e meu ego... mas este deveras morto, ainda suplanta meus olhos, meus ouvidos, meu próprio peito... se me deleito? mais suforoso me declino, de pleno me abalo, por que de orgulho me sepulto, oculto e imerso, do folego sou carente... continuo andarilho da minhas trilhas, percorro meus ermos acidentados, tais os planos que já se foram, e estes amores? que corram!... avançem para superar as dores que os perseguem, e o tempo que os ressecam... confiante, continua avante, quem sabe haja favor por seus olhos, suas lágrimas, seu pranto... no entanto, busca consciente ainda amar um pouco, por mais que grite teu amor ainda tão rouco, há de ser escutado por quem amas.

LEKO

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