quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Simplesmente você

Diferente... Porquê não diferente? Essa sem dúvida é uma palavra que muito o descreve.
Mistério é o seu olhar, e surpreendente é o sobrenome.
A primeira vista distrai, mas ao mesmo tempo prende atenção aos detalhes, pequenos grandes detalhes.
Sorriso singelo, fala imponente, mas que sempre soa doce.
As vezes é como se eu conseguisse ler frases no seu olhar, que dizem muito, mas que ao mesmo tempo se camuflam.
Mas nem sempre são necessárias as palavras, os gestos ou um simples olhar já faz pairar no ar tudo aquilo que seria necessário dizer, afinal, para bom entendedor “ um olhar já basta.”
Falar por falar... Só acha quem não esta na tua mesma sintonia, e isso não é mistério é apenas reflexo do que já esta planejado em sua mente.
Simplicidade e veracidade nas atitudes...
Companheirismo nato!
Alguém que tem o dom de ser um dos motivos de prazeres e alegrias na caminhada de quem se dispõe á acompanhá-lo.
Vive um dia de cada vez, caminha nas pontas dos pés, pois seus calos não lhe deixam esquecer da possibilidade desconhecida à frente, é dotado de cautela que por ti também é chamada de sabedoria.
Estes calos que marcaram os teus pés te fizeram ser exatamente quem és, nem demais e nem de menos, apenas o suficiente para continuar seguindo e conquistando...
Simplesmente Você:
Figurinha que não se repete...
És um menino homem, do qual me inspira admiração.
Lágrimas também regam jardins, dos quais acompanham tua jornada... Será que com minha singela presença poderia eu também acompanhá-lo nestes jardins?
Você sonha a simplicidade da vida, e mesmo quando tudo parece pouco ainda divide...
Cabe-me repetir, surpreendente é seu sobrenome.
De repente é como se estivesses alheio a todo burburinho do mundo, parecendo saber tanto sobre o amanhã, mas ao mesmo tempo não. Mas isso é compreensível sabendo-se que este não lhe pertence. Bem que eu gostaria de fazer parte desde universo de fundura imensurável, fulguro com tantos mistérios dos quais não só me alegraria em decifrar.
Onde estará a chave do coração deste estimado rapaz? Privilegiada será quem a encontrar, pois ali esta um tesouro!
A felicidade as vezes vem bruta, mas com certeza você tem nas mãos as ferramentas p/ esculpi-la.
Simplesmente, surpreendente: Você!

By Déba

** surprise!! =D

Sentindo

É algo tão gostoso de sentir, singelo e singular...
Acordei com você em meu sorriso, provocando uma vontade gigante de vê-lo, de estar contigo, senti-lo bem pertinho.
Não sei explicar exatamente o quê ocorre, não é o quê vejo e sim o quê sinto, pois se eu confio apenas no que vejo me deixo enganar, mas se eu fechar os olhos consigo sentir como se me levassem muito mais além desse presente momento apenas num pensamento.
Foram os detalhes, só podem ter sido, pois as coisas grandes nem vi passar, mas afinal, se forem das coisas pequenas que se constroem as grandes, acho que já temos bastante material por aqui.
Fui expectadora de grandes espetáculos que para nada me serviram, e de repente me pego aplaudindo de pé apenas um ensaio. Nem sempre dá para explicar, pois ñ é sempre que entendo, mas deve ser dessa forma o início de grandes momentos, ouvi dizer por aí. Aqui estou eu, levantando-me de minha confortável posição para fazer que for preciso p/ tornar tudo inesquecível.
Olho pela janela do futuro e consigo visualizar algo distante, porém dedutível, é uma frase da qual me traz esperança.
Hoje traço retas p/ que você as complete, da mesma forma que espero poder completar os espaços que você deixou em branco, quero ser a cor que dá sentido a esse desenho.
Desde que descobri que havia algo diferente, mesmo sem saber o que era exatamente já denominei especial.
Certezas eu não tenho todas, mas tenho a expectativa de que algo promissor nos aguarda, seja tal de longo ou de curto prazo, e independente do resultado, se nesse exato momento fosse decretado o fim, mesmo assim eu já teria o que contar, sem me arrepender de ter vivido qualquer instante.
By Déba
é, eu ainda estou postando...^^

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Escolhedor de sonhos
Magna é a arte de acreditar no impossivel
Basta fechar os olhos pra ver o que eles, meus olhos, insistem em dizer que nao existe
mas eu bem aprendi que tudo o que nao vejo continua sempre la esperando a hora de ser... revelado, inventado, redescoberto
foge o sono em meio aos sonhos que destorcem o real
sao eles tao distantes, diferentes, sao eles a minha verdade
Sonhos que me contam de dias incomuns, absortos, felizes
resumindo-se no contraponto do letargico dia que o presente incita
ninguem nunca me disse que eu teria de viver sob os conceitos dele...O dito real, insano real
que quase sempre contrapoe-se a mim, aos meus sonhos
quem deu-lhe esse poder ?
nao sao meus sonhos bem melhores que o tido real ?
cabe a mim, escolhedor de sonhos, aplicar a alquimia que gerar dos sonhos um novo real
criando assim o perfeito enlace entre o hoje e as respostasas escolhas de hoje,
e delas colherei idéas e sonhos
que serao a minha prima materia
pra alquimia do proximo dia

by Paulim


Favores



Pratico em todo o tempo o sustento do insustentável sob a bandeira da aceitação,
para que exista sempre um novo dia,
uma nova chance de transformação e aperfeiçoamento...

Sim é por isso que sustenho uma corrida para dissolver o insolúvel.

É por isso que suporto a cortina de favores
que tapa a degeneração da estrutura antes firme e bela, agora só firme.

Firme?

Sim ainda firme...

Em nome de favores iméritos,
tenho disposto de toda a força que não tenho,
ocultado a fraqueza como forma de “proteger”, “protelar”, “salvo guardar”

Existe no entanto um lugar desencontrado,
um ponto que supera o limite do insustentável
e ao romper esse ponto, aponta-se pro fim de um tempo...
por causa do suplantar de um limite quase inatingível ..
quase...
porque mesmo sendo mais alto do que se possa medir e mais complexo do que posso descrever, ele ainda é um limite
e como tal acaba por encontrar seu ápice ...
Pondo assim um termo à cortina de favores,
um [ . ] no texto ainda incompleto
repleto de lacunas deixadas por palavras não ditas e idéias que jamais foram escritas,
finda-se a firmeza ...

Que sobra?

Ainda sobra?

Mais perguntas sem respostas...


By Pulim Soares