| Favores Pratico em todo o tempo o sustento do insustentável sob a bandeira da aceitação, para que exista sempre um novo dia, uma nova chance de transformação e aperfeiçoamento... Sim é por isso que sustenho uma corrida para dissolver o insolúvel. É por isso que suporto a cortina de favores que tapa a degeneração da estrutura antes firme e bela, agora só firme. Firme? Sim ainda firme... Em nome de favores iméritos, tenho disposto de toda a força que não tenho, ocultado a fraqueza como forma de “proteger”, “protelar”, “salvo guardar” Existe no entanto um lugar desencontrado, um ponto que supera o limite do insustentável e ao romper esse ponto, aponta-se pro fim de um tempo... por causa do suplantar de um limite quase inatingível .. quase... porque mesmo sendo mais alto do que se possa medir e mais complexo do que posso descrever, ele ainda é um limite e como tal acaba por encontrar seu ápice ... Pondo assim um termo à cortina de favores, um [ . ] no texto ainda incompleto repleto de lacunas deixadas por palavras não ditas e idéias que jamais foram escritas, finda-se a firmeza ... Que sobra? Ainda sobra? Mais perguntas sem respostas... By Pulim Soares |
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
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