O amor é dom excelente, transpassa a razão de quem ama
por ser sofredor, mesmo em meio aos flagelos não se aplica do mal
de tudo que suporta, se cega, se emudece, se aniquila... pois sua alegria,
não se esconde num espelho, mas talvez em retrato... mas vai sempre fugindo do distrato
de tanto que espera, relativiza seu próprio tempo, segura seus ponteiros, ou então os ignora
o agora, momento eterno, não retorna nem avança... estático se amansa...
esta fé que o permeia, complementa a esperança, sua chama se incendia
queimando as dúvida em que se rodeia, sublime avança a conquistar
amar, ação benigna, que satura bem a quem conjuga, este verbo que subjuga
toda a inveja tão maligna, e se vai leviano o trato de quem se diz amante,
este amor é inconstante, falso e ignorante dos preceitos de se amar
vai sem soberba este poeta que se descreve, com decência tão palpável
seu interesse deleitável, te ver feliz como se deve
na calmaria que se suspeita, toda ira se rejeita, todo mal se abandona
na justiça se deleita, na verdade se completa, neste amor que se injeta
nesta veias que me pulsam... e de tudo que permanece,
da fé e esperança que se oferece, meu amor tudo suplanta
por ser sofredor, mesmo em meio aos flagelos não se aplica do mal
de tudo que suporta, se cega, se emudece, se aniquila... pois sua alegria,
não se esconde num espelho, mas talvez em retrato... mas vai sempre fugindo do distrato
de tanto que espera, relativiza seu próprio tempo, segura seus ponteiros, ou então os ignora
o agora, momento eterno, não retorna nem avança... estático se amansa...
esta fé que o permeia, complementa a esperança, sua chama se incendia
queimando as dúvida em que se rodeia, sublime avança a conquistar
amar, ação benigna, que satura bem a quem conjuga, este verbo que subjuga
toda a inveja tão maligna, e se vai leviano o trato de quem se diz amante,
este amor é inconstante, falso e ignorante dos preceitos de se amar
vai sem soberba este poeta que se descreve, com decência tão palpável
seu interesse deleitável, te ver feliz como se deve
na calmaria que se suspeita, toda ira se rejeita, todo mal se abandona
na justiça se deleita, na verdade se completa, neste amor que se injeta
nesta veias que me pulsam... e de tudo que permanece,
da fé e esperança que se oferece, meu amor tudo suplanta
Leko
Um comentário:
poxa.. esse eu tenho que reconhecer.Mto lindo mesmo! parabéns Lelekooo=)
by:Débora
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