madrugada e o sono me abandona, madrugada e meus soluços me despertam...
facunda-te dia meu, levanta-te nesta tua força arrebata esta lua que mira meus olhos,
que flerta meus sonhos, que inveja meu amor...
que alva, abrilhanta toda dor e entenebrece minha noite...
nos sussurros de quem se míngua, que expurga nestes versos, que de tão dispersos se repartem neste anil,
meu céu de estrelas mil que cintila nestes olhos que me alvejam...
do meu leito, deito extasiado, entorpecido, neste regaço de meu eu, ego teu, vida nossa...
quem há que possa, recompor julgo quebrado, escolhido e suportado que alegra quem carrega...
quem espera por quem chama, alguém que chore em sua cama, quem suporta por que ama.
LEKO
quinta-feira, 29 de maio de 2008
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