Vejo-me agora,
Observo ao meu redor,
Olho a largo e não encontro mais tudo o quê conseguia enxergar.
De repente a luz do final se apagou, e isso deve ter sido provocado por algo que aconteceu.
Questiono-me há algum tempo sobre isso...
É como se estivesse andando em falta, sem a luz que clareava.
As coisas andam tão embaçadas, já não tenho mais a mesma visibilidade, e é porque eu achava que conforme o tempo fosse passando as coisas iriam se torna mais claras, mas algo faltou e como quente e frio logo embaçou.
Escolhas dizem muito sobre o amanhã, mas nunca vai ser agora que irei perceber, o amanhã chega, se torna hoje e logo percebo.
Olho para minhas mãos e falta algo,
Olho para o meu lado e falta força.
Sonhei esta noite e tudo foi tão vago, era como se faltasse o sentido, alguma razão a mais... foi tão vazio!
O tempo me mostra, me ensina, me incentiva... E logo surge a pergunta crucial: O quê foi que deixei faltar? O quê eu tinha e agora não tenho mais? Onde deixei o essencial que me falta p/ completar as coisas que tanto almejo?
Percebi... O meu crucial era você, é você!
O sorriso das minhas palavras, o foco do meu olhar, o carinho que minha mão alcança. E sem você tudo ficou tão sem graça, tão preto e branco, tão sem “porquê”, e olhe que pensei que eu nem saia disso... Tive que viver o vazio de sua presença para entender a beleza de tudo o que eu nem sabia que possuía.
Até as minhas linhas ficaram sem sentido... Meu olhar meio que perdido!
Não sei dizer do amanhã, sei dizer do hoje... Você é o quê me falta, sua presença era o quê me inspirava, suas palavras são o quê me abastecem.
Não sei regressar, mas se precisar voltar eu posso até aprender, só p/ buscar a jóia que deixei escapulir de seu lugar em minha vida no meio do caminho.
Mas sempre que eu olhava para frente eu via escuro, mas quando olhava p/ trás te via brilhar, até que chegou um momento em que tudo se escureceu... nada brilhava nem para frente e nem para trás e logo tive que parar e começar a questionar meu caminho vazio.
É você o brilho que preciso!
Será que se regressar ainda verei esse brilho? Afinal, o quê é precioso não fica na beira do caminho por muito tempo...
O vago do “não saber”já que tudo ficou escuro.
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Déba =D
domingo, 23 de novembro de 2008
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